sexta-feira, 3 de junho de 2011

Viagem de estudo a Lisboa




08.00 – 10.00 No dia vinte e três de Maio de dois mil e onze, as turmas do 8ºano foram a Lisboa. Com eles iam quatro professores: Rui Teresa; Catarina Pimenta; Ana Correia e Elizabete. Abalaram da escola e foram para Lisboa. Passaram por Santa Luzia, Alvalade, Mimosa, … No autocarro eu ia com a minha colega Marta Ramos. Nós ouvimos música, tivemos as nossas conversas, mandámos mensagens… Pelo caminho encontrámos uma árvore seca com vários ninhos de cegonha, eram uns três ou quatro. Por volta das nove horas e meia fizemos uma paragem numa estação de serviço de Alcácer do Sal. A estação de serviço tinha um parque de merendas, um parque infantil, uma bomba de gasolina e um café/restaurante. Já havia muitas pessoas com fome. Alguns lancharam, outros foram à casa de banho e também houve quem comprasse revistas. Também tirámos fotografias. Estivemos pouco tempo parados, pois tínhamos de chegar a horas… Abalámos quando faltavam mais ou menos quinze minutos para as dez horas.

Gostámos muito de parar na estação de serviço, pois já estávamos fartos de andar de autocarro. A viagem é sempre muito cansativa. Não estamos habituados a fazer viagens tão grandes, então ficamos cansados. Só queremos é sair de dentro do autocarro. E também nos levantámos mais cedo do que é normal.

Eu pessoalmente gostei muito da paragem na Estação de Serviço. Pois já estava farta de andar de autocarro e também já tinha muita fome. Também gostei muito de ir no autocarro com O Cristovão. Gostei de falar, ouvir música com ele. Tentámos dormir, mas havia sempre barulho, não dava resultado.

10.00 – 12.00 Voltámos para o autocarro e continuamos a viagem. No autocarro a turma A, ia numa fila do autocarro e a turma B ia na outra. O professor Rui Teresa fez um filme com todos os “passageiros”. Por volta das dez horas e meia, chegámos ao Instituto de Meteorologia. Quando lá chegámos, tivemos de esperar até às onze horas, por uma senhora. Enquanto esperámos tirámos fotografias, fomos à casa de banho, conversámos uns com os outros... Às onze horas uma senhora esteve-nos a explicar como funcionavam os instrumentos. Disse-nos que não podiam lançar um balão pois, faltava uma peça que vem do Japão. Mostrou-nos os instrumentos com que trabalham quando o outro sistema não funciona. Depois de nos mostrar todos os instrumentos subimos umas escadas e fomos para um terraço. Desse terraço conseguimos observar a TAP (Transportes Aéreos Portugueses.) Depois de observarmos a chegada de aviões, fomos novamente para o autocarro.

Gostámos de ver a chegada dos aviões da TAP, ao aeroporto. Gostávamos muito de ter visto a partida do balão… A senhora disse que o lançamento do balão e a chegada dos aviões são os momentos altos da visita.

Eu gostei muito de ver a chegada dos aviões, e gostava muito de andar num. Não devia dizer isto mas achei que no istituto de metereologia foi uma grande seca.
12.00 – 14.00 Por volta do meio-dia e meia passámos por baixo do aqueduto das Águas Livres. Tirámos fotografias, para ficar com recordações. Passados alguns minutos do meio-dia, chegámos a um jardim. Quem não levou almoço foi comer ao Mc’ Donalds. Quem levou ficou no jardim à espera dos outros. Enquanto as raparigas estavam à espera que aparece-se algum professor, um grupo de rapazes aproximou-se… Eles tinham facas e tesouras. Nós ficámos com medo… Passado um bocado, um deles foi entregar um objecto à Idalete. Aí foi o limite. Assim que vimos o professor Rui Teresa a sair, fomos logo ter com ele. Depois andámos sempre ao pé dele. Quando acabámos de comer, as raparigas quase todas foram a uma cigana ler a sina. Faltavam mais ou menos dez minutos para as duas quando voltamos para o autocarro. À uma hora estávamos a descansar no jardim.

Gostámos muito da parte de almoçar e de descansar. Já estávamos fartos de andar de autocarro e de estarmos de pé. Também já estávamos fartos de estar ao sol. E depois não levámos bonés, tínhamos as cabeças quentes…

Pessoalmente gostei muito da hora de almoço. Pois estivemos lá com um velho e ele vendeu nos umas pulsseiras e colares.

14.00 – 16.00 Estivemos algum tempo no autocarro e tirámos fotografias. Por volta das catorze horas chegámos ao Teatro. Ainda tivemos que esperar. Fomos a primeira escola a chegar. Quando lá chegámos, estava um portão fechado. Ao princípio pensámos que estávamos enganados, mas depois o professor Rui Teresa foi à procura. Em seguida veio nos chamar. Já estávamos todos a entrar para uma porta que pertencia ao teatro. Quando um senhor disse que era para ir para ao pé de um portão. Onde nós estávamos antes… tivemos de voltar para lá outra vez. Esperámos mais uns cinco minutos e depois abriram o portão. Havia um grupo, um para cada escola. Em cada fila estavam seis cadeiras. Nós não nos podemos sentar ao pé de quem queríamos. Pois quem escolhia os lugares era uma senhora que lá estava. O teatro foi muito divertido.

O elenco era: Eduardo Galhardo – General Lemos, Isidoro;

Fábio Ferro – Duarte;

Luís Valente – Brás Ferreira;

Mónica Figueiras – Joaquina;

Rafaela Covas – Amália;

Ruy Pessoa – José Félix.

Gostámos de ver o teatro. A parte de estarmos à espera e de andarmos de um lado para o outro foi um bocado chata.

Eu, pessoalmente gostei muito de ver o teatro Falar A Verdade a Mentir. Achei umas partes muito cómicas. As cadeiras não eram muito confortáveis. Não sabia em que posição havia de estar.

16.00 – 18.00

Abalámos do teatro, e entrámos novamente no autocarro. Quando entrámos era para seguirmos viagem, mas como alguns tinham sede e fome… Parámos no Mc’ Donalds. Lanchámos e comemos um gelado. O gelado era muito grande. Foi muito difícil acabá-lo. Muita gente deitou o gelado fora… Não conseguiram…

Depois de todos estarem despachados voltamos para o autocarro… Como fazemos cada vez que andamos de autocarro, falamos, tiramos fotografias… Também nos divertimos, dormimos. Há sempre aqueles que não nos deixam dormir. O que é muito irritante…

Continuámos viagem… Chegámos a Colos já passava muito das dezoito horas.

Gostámos muito da visita de estudo. Foi muito interessante.

A parte que mais gostámos foi a parte do teatro.

Aprendi muito com esta visita de estudo e também foi muito divertido.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Farrusco






O concelho que horóscopo da a Clara foi que lhe dava muitos anos de solteira.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Escola básica de futebol de Amoreiras-Gare


Uniforme

Os alunos do primeiro ano vão precisar:
1.três pares de calções(roxos)
2.três camisolas com o seu nome e numero nas costas(roxas e amarelas)
3.Dois fatos de treino completos para antes dos jogos e depois(pretos com o simbolo do clube)
4.três pares de chuteiras de culquer marca
5.dois pares de caneleiras de qualquer marca

Por favor tenham em atenção que as roupas de todos os alunos devem ter etiquetas com os respectivos nomes.


Série de livros
Todos os alunos deverão ter um exemplar dos seguintes livros:
Como ser um dos melhores jogadores de futebol -João freitas
Cuidados a ter para uma boa perparação fisíca -Mário Bolacha
O melhor batedor de livres -Miguel Neves
Pontapé de saída -Rita de Aire




Outro equipamento:
Joelhos elasticos
Pomadas de aquecimento
sprays paras as dores
duas bolas da Mercuriale.t.c

Lembramos aos país que no primeiro ano
Não são autorizadosos seus proprios telemoveis.








sábado, 28 de maio de 2011

significados...

 imagem in:http://www.fotolog


Definição - s.f. explicação clara e breve de uma coisa.
Eliminar- v. tr. fazer sair; suprimir; excluir; expulsar; banir.
Hesitar - v. int. estar indeciso; mostrar receio; duvidar (latim: haesitare).
Medicina - s. f. arte ou ciência de debelar ou atenuar as doenças.
Ortografia - s. f. forma correta de escrever as palavras; parte da gramática que ensina a bem escrever.
Exigir - s. f. pedido escrito de material; reclamação; exigência.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

trabalho de grupo


Escola Básica Aviador Brito Paes

Língua Portuguesa











“O BOBO”, de Alexandre Herculano





Professor: Rui Teresa

Sábado, dia sete de Maio de dois mil e onze

Trabalho realizado por:

ü David Manuel Guerreiro da Silva, nº6

ü Diogo Manuel Jacob Mira, nº7

ü Raquel Maria da Glória Guerreiro, nº14

8ºB










Personagens:

Dom Ribas era o Bobo da Corte. Ele era de muito baixa estatura, uma barriga saliente. Ele era muito feio, tal como uma noite de chuva e trovoada. Tinha um grande atrevimento na linguagem que até fazia corar um sargento da guarda.

D. Afonso Henriques não gostava da relação que a mãe, Dulce, tinha com Garcia Bermudez.

Dulce, é a mãe de D. Afonso Henriques e tem um relacionamento com Garcia Bermudez.

Egaz Moniz é o melhor amigo de D. Afonso Henriques e matou Garcia Bermudez.

Espaço:

Esta história passa-se no castelo de Guimarães e nos seus arredores

Tempo:

A história passa-se na altura da independência de Portugal, em torno dos antecedentes e dos acontecimentos da batalha de Aljubarrota.

Resumo:

Esta história passa-se no castelo de Guimarães e nos seus arredores. A história passa-se na altura da independência de Portugal, em torno dos antecedentes e dos acontecimentos da batalha de Aljubarrota.

Dom Bibas é um bobo da corte que vive no castelo de Guimarães. Dom Bibas é repreendido por ouvir conversas entre o Conde de Trava e o cavaleiro Garcia Bermudez. Dom Bibas, troça com seus versos o nobre. O bobo é mandado ser chicoteado e jura vingança.

D. Bibas conhece uma passagem secreta que dá para fora do castelo. Pela passagem, manda avisar Afonso Henriques do que se passa. O Lidador, Gonçalo Mendes de Maia, está do lado de Afonso Henriques. Planeia uma forma de ajudar o desafiante ao poder do Conde de Trava. Egas Moniz, que estava com a tropa de Afonso Henriques vinha em direção ao castelo, trazendo uma mensagem de paz. Porém, o Conde de Trava ignora o pedido de paz e prende o enviado. Ao saber da prisão do amado, fala-lhe. Porém, conta que para que o cavaleiro ficasse vivo foi obrigado a casar com Garcia Bermudez. Egas Moniz não aceita a explicação e considera-se traído no amor. Dom Bibas faz ver a Egaz Moniz que seria melhor fugir pela passagem secreta. Depois da batalha poderia vingar-se de Garcia Bermudez.

A vitória foi de Afonso Henriques e nessa batalha Egaz Moniz matou Garcia Bermudez. Dulce, não aprova a violência daquela morte. Ela pensou que Egaz Moniz se tornara um homem violento e desejoso de vingança, então a jovem mata-se. Egaz Moniz, retira-se levando vestido as roupas de um frade. Dias depois, Egas Moniz aparece morto, vestido de frade sobre o túmulo de Dulce.

Dom Bibas vivera no castelo de Guimarães na corte de Afonso Henriques dias de tranquilidade. Uma vez que um dos grandes trunfos na batalha, fora a entrada secreta pela qual vários soldados puderam passar.

sábado, 7 de maio de 2011

O meu ídolo.

Nome: Helder Rodrigues

Data de nascimento: 28/02/1979

Nasceu em : Lisboa

Reside em: Almargem do Bispo

Altura: 1.73M

Peso: 72KG

Nº que calça:42

Desporto: Enduro e Motocross

Começou a praticar em: 1994

Musica: Chutos e pontapes

Prato preferido: Bacalhau com Natas

Bebida de eleição: sumol de laranja

Animal de estimação: cão

Destino de sonho: não tem

Cor favorita: azul

Passatempo: andar de mota
Bibliografia:
www.redbull.pt www.jornaldesintra.com